
O vento contra o nosso rosto,
A chuva a cair como agulhas no corpo,
Meus braços te segurando fortemente,
Como se estivessem com medo de te perder.
A velocidade constante,
As casas passando como borrões,
E dois corações,
Batendo.
Sobre duas rodas, corremos.
Até, de repente, a chuva não importar mais.
Apenas o sorriso, a memória, a companhia...
E o olhar de quem apreciou uma boa aventura.
[Felipe Ferreira]
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